segunda-feira, 12 de outubro de 2009

O dia dos Professores

O Dia dos Professores, o que teremos para comemorar? Plano de Carreira? Piso salarial? Valorização Profissional? Gestão Democrática? Respeito ?
Sedutor é estar na sala de aula . Valorizar o profissional que está junto com a criança no seu dia a dia é valorizar a Nação inteira e todo o seu futuro. Valorizar o profissional que está na sala de aula este é o principal motivo de nossa luta. Que os cargos e salarios da hierarquia na área da Educação não sejam tão sedutores que tirem o bom profissional da sala de aula. Que cargos e salários da hierarquia da Educação não estejam ligados às bandeiras partidárias. Educação é bandeira de todos os brasileiros.

Acompanhe a Professora Ana Lucia no Twitter http://twitter.com/profanalucia

Visite também nossa página: http://educacionista.ning.com/profile/AnaLuciaCipriano

Leia as postagens:http://redesocial.unifreire.org/analuciadossantospintocipriano/

Professora Arlete disse:

Olá Ana,
Minha amiga, o meu silêncio nada mais é do que muito trabalho.
Continuo muito animada com nossa caminhada educacionista e aonde vamos, sempre citamos o seu e o exemplo de todos por aí, inclusive seu nome e o livro de assinaturas de apoio ao Plano de Carreira foi falado e visto em New York, na mesa do vice-consul. Quando apresento o Movimento, sempre relatamos o trabalho, o empenho de cada um, em diferentes setores. Eles ficam impressionados com tamanha dedicação. Eles não entendem que quando amamos uma causa, não medimos esforços. Já ouvi muito..."você está recebendo para fazer isto?" "O que você quer com isto nos Estados Unidos. Isto não dá dinheiro..."
Ana, eu dou aula de português para os estrangeiros, em minha casa e também vou até eles. Corro de um lado para o outro, de cidade para cidade, de trem, de metro, de ônibus e também atendo a reuniões de diretoria de duas organizações americanas, nas quais eu ajudo na conexão e benefícios para a comunidade brasileira. Agora temos uma Equipe USA e estamos, nos fins de semana visitando as cidades para divulgar o Movimento Educacionista. Imagina a quanto tudo isto leva tempo. Às vezes, não consigo checar os e-mails recebidos no dia. Desculpe-me pela falta de notícias, mas eu não esqueci de você, minha amiga. Sua atuação me faz crer que uma pessoa como você deve existir para dar exemplos, pela postura guerreira e profissional, sem medir esforços. Um empreendedor jamais desiste da sua causa, pois um NÀO é sinal de desafio e perseverança.
Estamos com uma grande missão nos Estados Unidos, pois temos um papel fundamental de conscientização para a preservação da Língua e da Cultura Brasileira. Nosso povo que vive aqui não tem nem o primeiro grau, a grande maioria.
Desejo a você sucesso na sua jornada em São Paulo, no CONAE - 2010. Você dará o seu melhor, eu sei.
Um forte abraço da amiga educacionista Arlete Falkowski de Worcester,MA
> Date: Fri, 02 Oct 2009 03:21:24 +0000
> From: Ana Lucia Cipriano
> To: Arlete Falk

sábado, 10 de outubro de 2009

O Dia dos Professores, o que teremos para comemorar? Plano de Carreira? Piso salarial? Valorização Profissional? Gestão Democrática? Respeito ?

Sedutor é estar na sala de aula . Valorizar o profissional que está junto com a criança no seu dia a dia é valorizar a Nação inteira e todo o seu futuro. Valorizar o profissional que está na sala de aula este é o principal motivo de nossa luta. Que os cargos e salarios da hierarquia na área da Educação não sejam tão sedutores que tirem o bom profissional da sala de aula. Que cargos e salários da hierarquia da Educação não estejam ligados às bandeiras partidárias. Educação é bandeira de todos os brasileiros.

Acompanhe a Professora Ana Lucia no Twitter http://twitter.com/profanalucia

Visite também nossa página: http://educacionista.ning.com/profile/AnaLuciaCipriano

Leia as postagens:http://redesocial.unifreire.org/analuciadossantospintocipriano/

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

O dia do Professor

O dia do professor está chegando, o que teremos para comemorar?
Sem plano de carreira,
sem piso salarial,
sem respeito,
sem consideração.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Acompanhe a Elaboração do Plano Nacional de Educação

Professora Ana Lucia Cipriano diz:


Recebi o artigo abaixo e não posso deixar de partilhar com meus colegas de profissão como um incentivo para que se unam,lutem, acompanhem a Elaboração do Novo Plano Nacional de Educação, que se tornará lei e que influenciará nossa vida muito em breve, já estamos cansados de leis que são criadas a nossa revelia, leis que ficam só no papel...


Pelo MOVE: Professora Ana Lucia Cipriano


........................................................................................................................................


Prezados colegas
Queridos amigos

Encaminho o artigo de minha autoria “Desafios para um Novo Plano Nacional de Educação”, publicado na edição nº 25 da Revista Sociologia.
Abraços,

Cesar Callegari
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------


DESAFIOS PARA UM NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

Por Cesar Callegari




Uma das mais importantes leis educacionais brasileiras vai chegando ao fim dos seus tempos conhecida por poucos e acompanhada por pouquíssimos. A Lei 10.172, de 9 de janeiro de 2001, instituiu o Plano Nacional de Educação, um robusto e precioso documento contendo bons diagnósticos, muitos objetivos e nada menos que 295 metas relativas aos diferentes níveis, etapas e modalidades da educação nacional. Poucas foram atingidas. Poucas foram alcançadas. Sendo decenal, o atual PNE deverá ser substituído por um novo Plano a ser estabelecido por lei que precisa ser votada pelo Congresso Nacional até o final de 2010. O trabalho de construção do novo plano já começou a partir de iniciativas da Comissão de Educação da Câmara Federal e de um importante documento de subsídios recentemente aprovado pelo Conselho Nacional de Educação.

Como se sabe, a história brasileira é marcada por vários planos: do famoso Plano de Metas de JK ao atual PAC – Plano de Aceleração do Crescimento –, todos pretendendo a mobilização organizada de vontades, capitais, pessoas e populações, recursos financeiros, oportunidades, impondo renúncias, inclusões e exclusões. Todos representando sínteses de contradições e interesses muito bem determinados. Também no setor educacional temos uma história de planos. Já em 1932 o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova deitou as bases do que deveria ser a “alma” de um primeiro plano nacional de educação, que acabou sendo pedido pela Constituição de 1934, mas que jamais foi concluído, atropelado pelo regime ditatorial que se sucedeu. Somente em 1962, a partir da Lei 4.024/61, o Brasil passou a contar com o seu primeiro PNE fixando metas até o final daquela década e que, como acontecera antes, acabou minguando no ambiente autoritário que sobreveio.

O atual PNE, de 2001 deriva de comando da Constituição Federal de 1988. Aliás, ela própria, que sem ser plano, fixou objetivos e metas educacionais com prazo de consecução determinado: 10 anos para se eliminar o analfabetismo e se universalizar o acesso ao ensino fundamental. Objetivos que até hoje não foram alcançados, diga-se de passagem. O PNE de 2001 nasceu como “filho ilegítimo” de um amplo movimento social que terminou sendo frustrado. Porque o que se aprovou como Lei não foi exatamente o produto da vontade e da participação democrática de tantos educadores e militantes brasileiros reunidos no Fórum Nacional em Defesa da Escola Pública, e, depois, no Congresso Nacional de Educação. O projeto finalmente aprovado pelos parlamentares foi aquele elaborado pelo Poder Executivo, incorporando apenas parte das propostas da “sociedade”. Não é um plano ruim, registre-se. O problema maior é que apesar de sua origem governamental, a Lei do PNE sofreu vetos presidenciais mutilantes, como o do artigo que obrigava investimentos de pelo menos 7% do PIB em Educação. O resultado produzido foi um conjunto de metas descoladas de uma base de financiamento. Portanto, uma proposta descomprometedora. Isso talvez ajude a explicar parte da fragilidade do PNE e por que ele jamais tenha se transformado num instrumento de luta política a favor da Educação de Qualidade para Todos. Quem o defendeu? Ninguém. Quando foi tomado como base na construção dos (poucos) planos de educação nacionais (PDE e PAR) estaduais e municipais? Raramente. Pois essa lição deve-se ter agora em conta. É preciso saber que somente terá vida e poderá realizar o seu efetivo potencial aquele Plano que, sendo a vontade de muitos e tendo sido por muitos elaborado, seja, também, por muitos defendido e permanentemente avaliado e legitimado na dinâmica social.

Contudo, o novo Plano Nacional de Educação que já está em gestação poderá nascer com alguns melhoramentos genéticos. Primeiro, porque nos últimos anos a sociedade brasileira parece ter evoluído na conscientização de que Educação com Qualidade é direito a ser cobrado e um dever do Estado, direito que precisa ser realizado sem demora e com esmero diante das exigências cada vez maiores do mercado de trabalho e da vida em sociedade num mundo de intensa globalização da economia e da cultura. Segundo, porque o Brasil hoje dispõe de sistemas mais avançados de financiamento, monitoramento, avaliação e controle social das ações educacionais, o que permite melhor acompanhamento do que vier a ser planejado. Terceiro porque está em curso a preparação da Conferência Nacional de Educação que será realizada em março de 2010 a partir da ampla participação dos diferentes segmentos da sociedade nacional em conferências municipais, regionais e estaduais. O novo PNE tem o dever de incorporar toda essa energia crítica e criativa, por ela se sustentar.

De todo modo, as experiências vividas e os desafios do presente e do futuro permitem tomar como pontos de partida o que o Conselho Nacional de Educação considera os 10 maiores desafios da educação nacional.

1. Extinguir o analfabetismo, até mesmo o analfabetismo funcional, do cenário nacional.

2. Universalizar o atendimento público, gratuito, obrigatório e de qualidade de pré-escola, ensino fundamental de nove anos e ensino médio, além de ampliar significativamente esse atendimento nas creches.

3. Democratizar e expandir a oferta de Educação Superior, sobretudo da educação pública, sem negligenciar os parâmetros de qualidade acadêmica.

4. Expandir a Educação Profissional de modo a atender as demandas produtivas e sociais locais, regionais e nacionais, em consonância com o desenvolvimento sustentável e com a inclusão social.

5. Garantir oportunidades, respeito e atenção educacional às demandas específicas de: estudantes com deficiência, jovens e adultos defasados na relação idade-escolaridade, indígenas, afrodescendentes, quilombolas e povos do campo.

6. Criar a Escola de Tempo Integral na Educação Básica, com projeto político-pedagógico que melhore a prática educativa, com reflexos na qualidade da aprendizagem e da convivência social.

7. Instaurar o Sistema Nacional de Educação, integrando, por meio da gestão democrática, os Planos de Educação dos diversos entes federados e das instituições de ensino, em regime de colaboração entre a União, Estados, DF e municípios, regulamentando o artigo 211 da Constituição Federal.

8. Ampliar o investimento em educação pública em relação ao PIB, de forma a atingir 10% do PIB até 2014.

9. Estabelecer padrões de qualidade para cada etapa e modalidade da educação, com definição dos insumos necessários à qualidade do ensino, delineando o custo-aluno-qualidade como parâmetro para seu financiamento.

10. Valorizar os profissionais da educação, garantindo formação inicial e continuada, além de salário e carreira compatíveis com sua importância social e com os dos profissionais de outras carreiras equivalentes.

Óbvio, nada disso é novo, mas paradoxalmente, tudo é ainda obra a ser realizada. São idéias gerais que merecem ser discutidas para retomar o debate. Ao final, uma vez elaborado, o mais importante é que o novo Plano Nacional de Educação seja, de fato, uma espécie de “lei de responsabilidade educacional” que contenha dispositivos a partir dos quais todos e cada um sejam efetivamente comprometidos e responsabilizados pela sua implementação.

Outubro de 2009

Cesar Callegari é sociólogo, membro do Conselho Nacional de Educação e presidente do Instituto Brasileiro de sociologia Aplicada-IBSA.

www.cesarcallegari.com.br

Este artigo poderá ser reproduzido desde que citada a sua autoria.

Postado por Professora Ana Lucia Cipriano às 09:06 0

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

A verdadeira Democracia, onde todos puderam debater a Educação de nosso Estado.

Professora Ana Lucia Cipriano diz:

CONAE -2010 ETAPA ESTADUAL - SÃO PAULO
MOMENTO ÚNICO, INDESCRÍTIVEL,DEBATER COM TODOS OS SEGMENTOS DA SOCIEDADE CIVIL OS NOVOS RUMOS DA EDUCAÇÃO NACIONAL,FOI VERDADEIRAMENTE A MATERIALIZAÇÃO DA DEMOCRACIA,DIVERSIDADE DE IDÉIAS, MUITA DISCUSSÃO,MUITO ESFORÇO POR UMA NOVA ORDEM NA EDUCAÇÃO, DEMOCRATIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO.ACOMPANHEM OS RESULTADOS DESTA CONFERENCIA NO PORTAL DO MEC.VISITE A PÁGINA DA CONAE-2010. NÃO DEIXE DE PARTICIPAR É MUITO IMPORTANTE PARA O NOSSO PAÍS.

Mais fotos da CONAE -2010 etapa estadual, São Paulo